Quem está do outro lado
O Papiro pede que você registre fatos da sua rotina — no trabalho, em casa, com vizinho, no INSS, num contrato de consumo ou numa mensagem — com hora, lugar e prova anexada. É justo querer saber quem recebe isso.
Por que existe
Quem tem razão perde na Justiça do Trabalho, na Vara de Família, no INSS, no Juizado Cível ou no Procon pelo mesmo motivo: falta prova do que aconteceu no dia a dia, não da tese jurídica. O controle do fato costuma ficar com a outra parte — a empresa guarda o ponto, o condomínio guarda a ata, o plano guarda o histórico de atendimento — e meses depois, no processo ou no requerimento, a memória de quem viveu o fato vale menos que o papel do outro lado. O Papiro existe para inverter isso em um ponto específico: transformar o fato do dia a dia em registro com hora e lugar no momento em que ele acontece, nas sete áreas que o produto cobre — trabalho, família, vizinhança, assédio, INSS, consumo e internet — e não quando a briga já começou.
Quem faz
O Papiro é um produto brasileiro, feito em português, para quem precisa provar a própria rotina — no trabalho, em família, com vizinho, num caso de assédio, junto ao INSS, num problema de consumo ou numa ofensa na internet. É um projeto pequeno e independente: não tem investidor, não vende dado para ninguém e não recebe comissão sobre resultado de processo ou de requerimento. Registrar e guardar provas é grátis e não expira. O que se paga é só o dossiê em PDF, quando você precisar levar o caso ao advogado.
Como suas provas ficam
Cada fato que você registra recebe hora, lugar e um lacre; foto, vídeo e documento anexados são fechados com uma chave que existe apenas no seu aparelho. Nem nós conseguimos abrir os arquivos. Cada peça recebe um código calculado a partir do próprio conteúdo, de forma que trocar o arquivo depois muda o código e isso aparece. Você exporta tudo quando quiser e apaga a conta inteira quando quiser, sem falar com ninguém.
O que o Papiro não é
O Papiro não substitui o registro que a empresa, o condomínio, a operadora ou um órgão público seja obrigado a manter — ele documenta o que você vive, não o controle oficial de quem está do outro lado. Não é escritório de advocacia: não damos parecer, não estimamos valor e não dizemos se o seu caso é forte, porque isso é trabalho de advogado ou da Defensoria. Não declaramos vínculo de emprego, filiação, dependência ou concessão de benefício — isso é decisão de juiz ou do INSS. E não prometemos resultado: o que o Papiro entrega é um dossiê organizado, e o que ele vale é decidido no processo ou no requerimento.
Falar com uma pessoa
Não é robô de atendimento e não é formulário que ninguém lê. Se travar, se tiver dúvida sobre os seus dados ou se quiser apagar a conta e não estiver conseguindo, escreva.